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Dayse Carolina
Sem pensamentos clichês e opiniões cópias. Individualista até a última vírgula de sua vida. É uma amante da literatura e da escrita.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

~ Infância Perdida: A realidade das crianças do século XXI.


    Há aproximadamente uma década atrás, a realidade era bem diferente desta que vemos hoje. Crianças brincavam de esconde-esconde, bonecas, carrinhos,  amarelinha e pulavam corda. Hoje, no século XXI elas se preocupam em estar usando roupa e acessórios que estão na moda, o último vídeo game que fora lançado e claro, se preocupam em sempre estar on-line em algum site de relacionamentos conversando com aquele amigo virtual que acabou de conhecer em uma sala de bate-papo. 

    A infância que nossos avós, e até mesmo a que nós tivemos anos atrás, ficou para trás, congelado no tempo. E um novo estilo de infância, - ou pelo menos o que restou dela, é escrito por crianças mais modernas, digamos assim, e com um amadurecimento precoce até demais. 

      "Antigamente, era na entrada da adolescência que os pais se espantavam com o comportamento dos filhos. Agora, o susto vem mais cedo. As crianças de hoje são inclusive mais inteligentes que as de algumas décadas atrás. Os hábitos, gostos e preocupações da meninada do século XXI nem de longe lembram os das gerações anteriores."

 O menino de 2 anos que fuma até 40 cigarros por dia, e os países onde o 
fumo é permitido para crianças. 

    Ontem, 30 de Maio de 2010, o programa Domingo Espetacular transmitiu uma reportagem cujo tema era os países onde o hábito de fumar é permitido para crianças.  

    A reportagem começa com a história de Aldi Rizal, um bebê da Indonésia de apenas 2 anos de idade que chega a fumar até 40 cigarros por dia. O primeiro a lhe oferecer a primeira tragada foi o próprio pai, quando o menino tinha 1 ano e 8 meses de idade. Segundo o pai, o cigarro não é problema algum, e seu filho, é uma criança saudável.

    Em Portugal, há uma festa que é realizada uma vez ao ano no mês de Janeiro, chamada Folia de Reis, e pela tradição o cigarro é permito para as crianças. E há quem diga, que isso não foge da normalidade.





    Independente se isso ocorre apenas por tradição em alguns países, como é o caso de Portugal, não é uma atitude correta, moral. Ainda mais que em muitos casos a iniciativa parte dos próprios pais, o que mostra a tamanha irresponsabilidade daqueles que se dizem responsáveis por um menor de idade.  

    É lamentável saber que existem países que vêem isso como algo normal, e alguns nem sequer se preocupam com a saúde dos próprios filhos. Talvez se os responsáveis tivessem um pouquinho que seja de discernimento a conduta deles sobre estas crianças seria maior. Mas se falta responsabilidade por parte dos adultos - estes que deveriam educar e passar uma educação moral adequada, quem irá zelar por elas?

    Talvez, a educação que o mundo oferece dê um jeito nisso, mesmo que não seja a melhor educação e o melhor caminho a seguir. Afinal, é o que acontece com grande parte das crianças, infelizmente. 

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domingo, 30 de maio de 2010

~ O Fim da Música, por Nelson Motta.



    O jornalista e produtor musical Nelson Motta, comentou em sua coluna do Estadão, em Fevereiro de 2009, sobre o mundo da música. Falou do quão "saturada" ela está e como é fácil fazer música nos dias de hoje. Logo abaixo, o scan.

      Eu particularmente, valorizo muito a música dos anos 80 e 90, principalmente as bandas brasileiras, um exemplo? Legião Urbana é inegável a importância que eles tiveram no cenário musical brasileiro, e como Renato Russo e seus companheiros de banda conseguiram "arrastar" vários jovens para seguir essa grande Legião. E isso acontece até hoje. Não que as bandas de Rock atualmente são ruins, muitas são muito boas. Mas confesso que nada melhor do que o bom e velho Rock N' Roll das décadas passadas. Enfim, o texto de Nelson Motta.

 O Fim da Música.

      Assim como Fukuyama proclamou o "fim da história", pode-se dizer que estamos vivendo o "fim da música". Não no sentido apocalíptico ou de extinção, mas de saturação. Já temos música demais, há muito tempo, antes mesmo de todas estarem disponíveis na internet. Imagine que, no tempo em que você lê esta crônica, milhares de músicas, de todos os gêneros, estão sendo feitas no mundo inteiro e disponibilizadas na rede. Com certeza, apenas uma parte infinitesimal terá, por qualquer critério, alguma qualidade. O resto será puro lixo, apenas poluição sonora.

      Desde que a música começou a ser gravada, a humanidade produziu óperas, musicais, canções, de todos os gêneros e ritmos, em todas as línguas, até desembocar na era digital, que acelerou o processo de universalização e banalização da música.

      Hoje, com um programa de computador, qualquer um faz música, sem saber música e sem tocar qualquer instrumento. Depois do rap - a forma mais livre de música, porque não exige saber cantar nem tocar, bastam um beat e versos ritmados - nunca foi tão fácil fazer música. Ou pior, lixo musical, porque para fazer música boa, e bom rap, é preciso talento, que raros têm. Depois do rap, o que ainda se pode fazer de menos, em termos musicais?

      E no entanto é preciso cantar, como dizia Vinicius, é preciso cantar e alegrar a cidade. O melhor é que nunca houve tanta liberdade e recursos tecnológicos para fazer música. O problema é todo o rock and roll que já foi criado de Elvis para cá. E os gigantes e divas do jazz. O acervo do samba brasileiro. São as óperas, os musicais da Broadway, os filmes. Melhor, é impossível.

      Quem pode produzir hoje uma ópera ou um musical da Broadway, não melhor, mas pelo menos no nível dos melhores? Como ousar canções de amor sofisticadas depois de tudo que Cole Porter e Tom Jobim fizeram? Como reinventar o rock, a MPB, a bossa nova, o soul, o folk, o flamenco? Talvez por isso a produção musical moderna mais interessante seja a derivada da eletrônica e do hip hop, das fusões de ritmos e timbres, principalmente porque nada, melhor ou pior, já foi feito antes.

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sábado, 29 de maio de 2010

~ Rafinha Bastos em: A raiva.

Já faz algum tempo que esse vídeo foi postado no Youtube, com certeza muitos já viram, mas anyway não custa nada refletir sobre o FINAL do vídeo, em que o Rafinha Bastos relata toda a sua irritação com a NET e o atendimento que teve. 

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~ Drabble: Envy.



       Creio que as estrelas sentem inveja de seu brilho. O mais puro mel, de seus adocicados lábios. A maça, das suaves curvas de seu pequeno corpo. As pétalas de rosas, da suavidade de sua pele alva. A alegria, de seu lindo sorriso. O bailar terno de uma canção, de seus passos serenos. O aroma das roseiras, de seu delicioso perfume. A brisa que nos rodeia, de seu hálito doce. Os versos de um poeta, de suas belas frases ditas ao meu ouvido. Creio que todos sentem inveja de ti, pois nada existente nesse mundo é mais perfeito do que você.  
Autora: Dayse Carollina. 

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~ Little Things.

"Terry Gross: Uma coisa incrível que sabemos do Green Day é que você conheceu o Mike ainda no colégio. É incrível como algumas relações duram tanto tempo.

Billie Joe: Lembro da primeira conversa que tivemos na classe da Sra. O'Connor. Quando conheci Mike, ele ia até a minha casa o tempo todo. Ficamos muito próximos. Meu pai estava morrendo [de câncer], e Mike entrou na minha vida, ao mesmo tempo. Começamos a nos interessar pela música lá pela 7ª série e a aprender Heavy Metal."

Billie Joe no NPR Fresh Air, 27/05/10

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domingo, 23 de maio de 2010

~ Oh let's go back to the start.


     Quero ser uma Senhora do Tempo, e ter o poder de retroceder uma história, voltar no passado. Queria poder controlar todos os ponteiros do antigo relógio de parede - que foi destinado a fazer mesmíssimo trajeto todos os dias desde a sua fabricação.

     Quero dar um Reset, neste jogo chamado vida. Começar tudo de novo, de uma maneira totalmente diferente da qual comecei. Reparar todos os erros irreparáveis. Fazer tudo o que poderia ter feito e não fiz. Dizer tudo o que deveria ter dito, e me calar diante de outras palavras para não me arrepender depois.

     Quero ter olhos de robô, e ter o total comando sobre tudo. Enxergar além, e ter a certeza de um futuro perfeito. Fechar os olhos diante de tantas atrocidades que corrói cada dia mais este mundo. Mas diante disso, alguns se escondem por trás de óculos escuros, outros sentem prazer no que vêem. E há aqueles que preferem se fazer de surdos, mudos e cegos.

     Quero poder tornar alguns versos uma verdade indubitável: "acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes..." ah, quem me dera se fosse verdade. Se todos tornassem verdade.

     Sonhar e sonhar.

     Quantos sonhos apenas ficaram adormecidos em suas mentes? Quantas e quantas injustiças você já quis reivindicar? Quantas revoluções você já não fez dentro do seu quarto - dentro do seu pequeno mundo? E quantas vezes você já não mudou o mundo, apenas na sua imaginação? Não é nada fácil jogar o jogo da vida.

     Um deslize, um olhar mais acentuado no momento errado, e você perdeu sua chance de avançar para a fase seguinte. Não adianta tentar repetir estratégias: cada pessoa é um novo tabuleiro.” 

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~ Versos Mudos.


Em traços tortos, embora com uma pitada de delicadeza, escrevi em um papel branco as palavras que, como botões de rosas desabrochavam-se de meu coração. Entre linhas e palavras soltas, semeei os sorrisos desenhados em minha face pálida. Através de gestos simples, tento lhe mostrar o quão dependente me tornei de seu afeto e carícias viciosas. Hoje, pousei minhas palavras em versos mudos, para que o som da poesia invada teus ouvidos, uma vez que, de meus lábios não saem som algum. E no silêncio da gélida tarde de Inverno, em forma de doces palavras dizer: Eu amo você.

Por Dayse. 

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~ Last night - #nowplaying

I need you And you need me
This is so plain to see And I would never let you go
And I will always love you so...I will. If you could only see
Your heart belongs to me, I love you so much
I'm hurting for your touch.Come and set me free
Forever yours I'll be ....

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

~ “No one lasts more than an hour.”

 

E quando o sol se põe nas noites claras, Mike fecha todas as persianas, venezianas e cortinas da casa. Fica mergulhado na escuridão até que o relógio lhe diga que a luz - mesmo o último fulgor no horizonte - se foi. Ele não suporta a luz que chega ao pôr-do-sol. Aquele amarelo se aprofundando, tornando-se laranja, ocmo a luz do deserto australiano."  - 1408 - Stephen King. 


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~ Love in the afternoon.


Eu aprendi a ter tudo o que sempre quis
Só não aprendi a perder
E eu, que tive um começo feliz
Do resto não sei dizer.

Lembro das tardes que passamos juntos

Não é sempre mais eu sei
Que você está bem agora
Só que este ano
O verão acabou
Cedo demais.

 

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~ Fragmentos.

(...) e não usarei o famoso ditado ”A vingança é um prato que se come frio”. Sua carne será degustada por mim como se fosse a melhor das iguarias já feita, e seu sangue será meu vinho, servido em uma taça de cristal. (Death Comes II)

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