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Dayse Carolina
Sem pensamentos clichês e opiniões cópias. Individualista até a última vírgula de sua vida. É uma amante da literatura e da escrita.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Filmografia em Fotos: Jared Joseph Leto

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Entre os músicos que resolveram mudar o disco e partir para o mundo do cinema, Jared Leto é apenas mais um nome. Para ressaltar a assertiva, temos Johnny Depp que graças ao desgaste emocional proporcionado pelos seus dias na escola resolvera ser músico. Ao contrário de Depp, Jared não pendurou seus instrumentos em um canto da sala e muito menos deixou sua carreira como músico em segundo plano e quisá como um "projeto paralelo".

Natural de Louisiana, nos Estados Unidos o homem de quase 40 anos, no início dos anos 90 decidiu mudar-se para Los Angeles com a primeira intenção de se tornar músico, mas em 1994 não recuou diante da proposta de interpretar Jordan Catalano em My So Called Life. Em suma, são mais de 20 trabalhos no cinema; com alguns reconhecidos devido a plena devoção de Leto ao seus personagens quando engordou cerca de 30Kg para viver Mark Chapman, o assassino de John Lennon e emagreceu aproximadamente 10kg para interpretar um viciado em drogas, no filme Requiem For a Dream. Tendo trabalhado ao lado de grandes atores e diretores de cinema e assumindo o posto de galã, tendo seu empenho e devoção reconhecidos, aqui está a Filmografia em Fotos de Jared Leto.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

~ Não quero pensar no que virá...

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"Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver." 
Caio F. Abreu.

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No excuses, no apologies, no regrets!


.       Reconheço a minha falta de tempo para cá com este Blog, os meus chamados "compromissos virtuais" têm aumentado e sinceramente, estou adorando. Sou uma eterna apaixonada por tudo o que eu faço pelos meus seriados, filmes e bandas favoritas. E por falar em Seriados favoritos, para a felicidade de alguns - os que gostam de uma boa diversidade e dão viva à um mundo colorido e para infelicidade - espero que de poucos, hoje, comentarei um seriado gay muito famoso nos EUA, chamado Queer as Folk e que segundo alguns depoimentos ajudou a formar o caráter de muita gente.

.       Well, Queer as Folk como mencionei no início desta postagem, é um seriado gay norte-americano, baseado em uma versão britânica de Russell T. Queer as Folk, ou QAF - como é mais conhecido, conta a história de cinco homens homossexuais que vivem em Pittsburgh e ainda temos um casal de lésbicas; Lindsey e Malanie e a mãe orgulhosa de um dos garotos, a Debbie, compondo o elenco principal. 


.       Além do mais, o seriado é considerado um marco na luta pelos direitos GLBT. Mostra de uma maneira superficial, porém nunca deixando de ser brilhante o cotidiano dos homossexuais; suas dificuldades e as conquistas desta comunidade sem nenhum cunho apelativo. As personagens são de campos diferentes, desde um adolescente que se apaixona por um executivo de quase 30 anos de idade, até uma personagem fanática por histórias em quadrinhos que resolve apostar em um relacionamento com um soro positivo, ou até mesmo uma mãe militante gay que sente o maior orgulho de seu filho, Michael.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Jack Kerouac e a Geração Beat.

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"Eu só confio nas pessoas loucas, aquelas que são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, que nunca bocejam ou dizem uma coisa corriqueira, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosas velas amarelas romanas explodindo como aranhas através das estrelas."
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 .       Sabe, existem livros e autores que devem ser lidos em uma determinada altura da sua vida, ilustrando esta assertiva temos: Lewis Carroll e Edward Lear, e não seria diferente com Jack Kerouac. Quem teve o prazer de ler On The Road no auge de suas vida, digamos assim, verá que é a pura verdade. Claro, se você deixar este livro em sua pequena biblioteca e desfrutar das ideias de Kerouac quando for mais velho,  não sentirá o mesmo entusiasmo se tivesse o feito há uns vinte, trinta anos atrás. Fica a dica do meu professor de Literatura.
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Jean-Louis Lebris de Kerouac (12 de Março de 1922 - 21 de Outubro de 1969)
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.       Escritor norte-americano e porta-voz da geração beat, que marcou o final dos anos 50 nos Estados Unidos e preparou a contracultura da década seguinte. Jack-Louis Kerouac nasce em Lowell, no estado de Massachusetts. Quando não estava viajando, perambulava por Nova Iorque acompanhado de seus amigos "delinqüentes" da Universidade de Columbia, entre eles Allen Ginsberg e William Burroughs, além de seu maior companheiro de viagens, Neal Cassady, o “Cowboy”. Foi a época em que conheceu os grandes amigos que formariam, alguns anos mais tarde, o pelotão de frente da Geração Beat. A relação do escritor com Neal foi determinante para despertar em Jack sua vontade reprimida de botar o pé na estrada e desfrutar de uma liberdade ainda não experimentada. Os dois viajaram por sete anos percorrendo a Rota 66, que cruza os EUA na direção leste-oeste, com descidas freqüentes ao México. Saíram de Nova York e cruzaram o país em direção a São Francisco. Dessa jornada saiu o livro On the Road, cujo protagonista é Dean Moriarty, o nome criado por Jack para representar o amigo Neal. Na tentativa de escrever sobre as surpreendentes viagens que vinha fazendo com o amigo, experimentou formas mais livres e espontâneas de escrever, contando as suas viagens exatamente como elas tinham acontecido, sem parar para pensar ou formular frases. 
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.       Certa vez Lispector disse: "Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Certo, há quem prefira viver de modo recatado, sem extravagâncias. Seguindo a atordoante rotina da vida, cumprindo seu papel na perpetuação da espécie. Elas apenas.. vivem. Se de um lado existem os recatados, do outro lado encontramos àqueles que norteiam a rotina e não seguem um cotidiano "normalzinho". Em linhas gerais, eles optam por viver intensamente; com curiosidades incessantes e sedentos pela descoberta do novo. Pôr a mochila nas costas e simplesmente sair rumo à qualquer direção. Mergulhando em um mundo em que "Limite" é uma palavra que não existe em seu dicionário. 
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 .      Assim fizeram os jovens da década de 50 e 60 na tão conhecida "Beat Generation", termo cunhado pelo escritor Jack Kerouac - que viajou na marinha mercante em plena Segunda Guerra Mundial, percorreu a América de ponta à ponta, em busca de mulheres, drogas ou uma “nova visão” – estas viagens viriam a culminar no épico On the Road, que mais tarde foi considerado a "bíblia hippie". Kerouac tornou-se um símbolo e um herói da cultura dos anos 1960. Nas palavras do próprio: "A Beat Generation, que foi uma visão que nós, John Clellon Holmes e eu, e Allen Ginsberg tivemos, numa maneira ainda mais selvagem, no final dos anos 40, de uma geração de loucos, iluminados hipsters, fez subitamente a América ascender e avançar, seriamente a vadiar e a pedir boleia em todo o lado, esfarrapada, beatificada, bonita de uma nova forma graciosamente feia." Convém ponderar que muitas vezes bate aquela vontade de ser "Kerouac por um dia", ou até mesmo semanas, meses. Ou mergulhar sem medir consequências, e se render sem se preocupar em entender. Talvez este seja o real significado de V I V E R. 


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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

~ Right Where It Belongs.

 .    Esta manhã acordei pensando em uma música. Deixei Renato Russo e Cazuza com sua poesia, os clássicos do Guns N' Roses adormecidos e abandonei por poucos minutos  os gritos do Corey Taylor; que diga-se de passagem me fazem tão bem. Apesar disto, "continuo" no fim da década de 80 rumo ao ano de 2005. Coloquei um dos álbuns do Nine Inch Nails para ouvir - mais especificamente o With Teeth fui logo para a faixa 13; "Right Where It Belongs", e como sempre que ouço esta música, me coloco a refletir sobre muitas coisas. Algumas, sem respostas.


E se tudo à sua volta
Não for exatamente como parece?
E se todo esse mundo que você acha que conhece
For um sonho elaborado?

.    Creio que, a maioria das pessoas já se questionaram sobre a sua existência, sobre o seu respectivo desfecho, se somos nós quem controlamos o nosso destino. Para onde vamos, o porquê de algo ou alguém nos conceder aquilo que chamamos de Vida. E o porquê depois de pouco ou muito tempo de existência nos retirar este direito.  Somos os únicos por aqui? Existe mais alguém? O mundo é grande demais para sermos os únicos privilegiados - poderia dizer assim, de viver neste Universo. E se tudo isso for apenas um sonho? Queria saber todos os segredos - mesmos que estes devem estar guardados por infinitas chaves. Talvez, seja esta a graça para o criador de tudo. É frustrante ás vezes, mas é inegável que vivemos alienados de quase tudo. Somos pobres almas neste "jogo" denominado Vida.

E se você olhar para o seu reflexo,
Isso é tudo que queria ser?
Você iria se encontrar
Se encontrar com medo de olhar?
.    Muitos enfrentam e enfrentaram lutas e batalhas para chegar onde estão hoje. Venceram obstáculos, passaram por momentos de superação, angústia, sofrimento. Ás vezes até pensaram em desistir, mas ergueram suas cabeças e seguiram em frente. E venceram. Claro, nem todos trilharam caminhos dignos. Nem todos tiveram atitudes dignas. E nem todos têm o mérito "limpo". Há quem preferiu trilhar o caminho fácil; descobrindo trapaças e mentiras para chegar onde estão e conseguir o que tanto almejavam. Você realizou seus sonhos, conseguiu tudo o que queria, ou então ainda está caminhando ao encontro de seus desejos. Mas qual caminho seguiu? Qual caminho está seguindo? Durante todos os seus anos de existência você sempre jogou limpo? Quando está diante de um espelho, você enxerga o reflexo de uma pessoa que conquistou tudo com dignidade e méritos próprios, ou o que você vê é uma máscara escondendo suas mentiras e trapaças? Isto lhe trouxeram êxitos em sua vida ou apenas algo material e passageiro? Você sabe quase todas as respostas para os questionamentos citados. Basta mostrar quem você realmente é, para si mesmo.

Você está certo de que lado você está? Ou é melhor não olhar diretamente em seus olhos?

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